2018 chegou. E agora?

Se eu fosse definir 2017 em uma palavra, com certeza seria “sinergia”. Significa “ação ou esforço simultâneos; cooperação, coesão; trabalho ou operação associados.”. Também pode ser lido como “Amigos GearHeads”.

Mais um ano bate a porta, é hora de ouvir música ruim, beber muito (só não dirija, por favor), se emocionar e ler aquelas mensagens de fim de ano que parecem não terem fim. Essa publicação é uma delas, mas prometo que será rápido, ok? Vamos nessa!

E essa puxada em 2017, rendeu quanto?

Não estamos naquele patamar de site grande, mas crescemos e não foi pouco. O balanço para 2018 é extremamente positivo, pois tivemos um aumento exponencial das visitas no segundo semestre do ano passado. E se ainda standart já incomodamos, imagina quando rodarmos a três quilos e meio?

Fomos até pro YouTube!

Outra coisa legal de 2017 foram as extensões do AGH. Fomos para o Twitter, YouTube e até mesmo para o DriveTribe! Consolidamos a nossa página no Facebook, abrimos até um grupo e fazemos de tudo pelo Instagram (que é um saco de mexer, mas quem liga?). Se ainda não conhece tudo isso, dá um pulinho em nossas redes sociais. Garanto que valerá a pena.

Os Amigos GearHeads no 3º Encontro Interclubes

E não podemos esquecer a joia da coroa, a masterpiece do AGH, o Encontro Interclubes chegou em sua terceira edição acumulando mais de mil carros desde a primeira reunião, lá em 2016. Os princípios de união, resenha e carros nortearam os dois eventos que ocorreram neste ano, carimbando o Interclubes no calendário automotivo de São Paulo.

Peço perdão pelo vacilo

Vettel-560x373-4772ac56fc5d0f72
As vezes dá ruim

Os festejos de fim de ano afetaram a produtividade de boa parte do Brasil, e nos incluímos nessa. Dezembro foi um mês menos movimentado que o normal no AGH e pedimos desculpas por isso. Mas não é por isso que a atividade de ser GearHead parou, muito pelo contrário. Todos da equipe engajaram em novos projetos e estão com altas expectativas para o ano que acabou de chegar. Eu mesmo já comecei meus projetos, mas não darei spoilers por aqui, em breve contarei cada detalhe.

Além disso, como um bom baiano, meu ano só começa mesmo quando acaba o carnaval, então qualquer ausência sentida por aqui pode ser facilmente explicada porque ainda estou em 2017. Acontece com os melhores acarajés.

E agora?

2017 foi um ano de intensidades. Perdemos amigos, fizemos amigos, trocamos de carro, efetuamos modificações, compramos peças, chamamos o guincho, fechamos parcerias, crescemos, ganhamos autonomia, tomamos decisões erradas, corrigimos nossos erros e seguimos em frente. Resumindo em uma frase, “2017 foi como fazer powerslide numa reta sem volante. Num tração dianteira.”. E mesmo assim, a gente fez. Não porque somos os melhores ou a referência a ser batida, mas sim porque nos esforçamos ao máximo e nosso público soube reconhecer. Isso não tem preço.

Aguardamos pelo melhor em 2018, mas não é o tipo de coisa que cai do céu. É necessário ainda mais esforço, dedicação e paixão pelo que faz. O Estado, com suas atitudes pensadas apenas no individual, não nos dá condições de seguir em frente sem nos viciarmos em algo, para desestressar, descarregar as energias. Para nossa felicidade, somos viciados em carro.

dsc_0945

Vida longa ao AGH.