Carros da Galera – Conheçam o Nissan Maxima de Kaio Oliveira

Falaí galera GearHead, hoje estamos postando mais um projeto do Carros da Galera! Além de nos aproximarmos de vocês, isso fará com que todos possam conhecer outros carros, ver diversos pontos de vista em cima do mesmo, despertar aquela paixão escondida meio renegada e até mesmo tirar aquela dúvida final, aquele detalhe que faltava para te animar na compra do veículo!

Lembramos que não queremos apenas os projetos mais absurdos, qualquer um pode participar, o foco aqui é na sua história com seu carro ou outros carros, queremos conhecer nossos leitores também! Hoje traremos a história de um carro que é tão difícil de encontrar peças, que quando você encontra tem que disputar no tapa com outro cara, aquele carro que pra ser zoado basta ser ele mesmo, o carro do jaspion que nada mais é que um versa que tomou bomba e ficou metido a besta. Com vocês a história de Kaio Oliveira e seu Nissan Maxima.

Fala galera do AGH, meu nome é Kaio de Oliveira, tenho 22 anos, moro na Zona Leste de São Paulo, próximo ao Shopping Anália Franco, (quem mora na região vai reconhecer o carro, certeza rs) e faço faculdade de Direito.

O meu carro era (eu com muita dor no coração vendi) um Nissan Maxima GXE 1994, apelidado de Nissão ou banheira do Jaspion (apelido dado pelos amigos), o motor era um V6 3.0 (VG30E), automático e tração dianteira infelizmente.

Creio que minha paixão por carros venha de família. Meu pai sempre foi fã e sempre trabalhou com carros, tinha Lava-Rápido e Borracharia, mas seus preferidos eram os importados e nacionais preparados (ja teve puma, chevette com motor 4.1 de opala e etc.), assim contagiando minha mãe, eu e meu irmão de tabela. Em casa já tivemos diversos carros como Fiat Tipo, Gol GTS, Citroen ZX, Peugeot 406, Chevrolet Blazer, Toyota Rav4, Mercedes C280 (W202), BMW 525i (E39), Fiat Punto, Nissan Maxima, Mitsubishi Eclipse GS (Foto abaixo) entre outros que não me lembro.

Vamos ao Nissão. Minha história com ele começou em 2007, eu tinha 12 anos, meu pai costumava correr com um amigo, que era dono de uma agência de carros, e esse amigo dele sempre ia encontrá-lo com o Nissão, meu pai como um belo lasanheiro começou a reparar mais no carro, cinto elétrico, fechadura com senha na porta, piloto automático, bancos elétricos, teto solar, bancos em couro, freio a disco nas 4, farol de curva entre outros detalhes, tudo isso em um carro 1994. Meu pai, então, começou a fazer propostas e mais propostas (famosa canelada) e seu amigo sempre recusando, até que um dia meu pai estava na borracharia dele e esse amigo ligou perguntando se meu pai ainda tinha interesse no carro, pois ele estava precisando de grana e estava disposto a aceitar a proposta feita e foi ai que meu pai adquiriu o Nissão.

Com o Nissão em mãos, meu pai começou com a lavagem, polimento, 4 pneus novos, revisão e som. Para ser bem sincero não me lembro da primeira vez que vi o carro, mas lembro que um dia, voltando de um almoço, meu pai olhou pra mim e disse:

– Kaio, gostou do carro? O que você achou?

E eu, com 12 anos e sem entender muito de carro, respondi:

– Sim, Pai. Gostei muito e é muito confortável!

Me lembro perfeitamente ele olhando para mim e dizendo:

– Então ta bom. Quando você fizer 18 anos o carro é seu!

Eu fiquei feliz pra caramba, MAS nem tudo são flores…

Um belo fim de semana, descemos para a praia em família de Nissão, na ida foi beleza, mas na volta… meu pai, que não entende muito de eletrônica de carro, começou a apertar todos os botões do volante e foi aí que começou a sair fumaça pra caramba do escapamento e um monte de gente começou a emparelhar o carro com o nosso e a fazer sinais para que víssemos. Logo, meu pai começou a xingar e mandar todo mundo a merda (ele não estava entendendo nada, mas na dúvida, mande a merda). Foi aí que olhei para trás e o avisei, mas ele decidiu seguir caminho. Resumo, paramos pra comer e na hora de ir embora o câmbio estava encavalado, mas com alguma “forcinha” conseguimos desencavalar e ir pra casa. Mandamos o carro pra uma oficina e nos foi passado um orçamento de R$ 4.000,00. Na época, como os negócios estavam indo bem, tínhamos o dinheiro necessário para o conserto e pudemos efetuar o pagamento. Entretanto, o pior aconteceu. Acordamos num belo sábado e nos deparamos com o carro chegando. Com o câmbio desmontado no porta-malas, não consegui entender nada e muito menos o meu pai. Quando ligamos para a oficina, obtivemos a notícia de que ela havia falido e que o dono não tinha condições as mínimas condições de remontar o carro e nem de devolver o nosso dinheiro.

Alguns meses se passaram e com o carro sempre na porta de casa, eu, chateado, perguntei para o meu pai o que faríamos e ele me disse que também não sabia, pois os negócios já não estavam indo tão bem. No outro dia eu fui para escola e na volta meu pai me entregou um envelope do Santander (WTF?!) e disse que havia chegado pra mim. Quando o abri… lá estava a tão esperada chave do carro. E aí ele me disse:

– Agora ele é seu! Faça o que você quiser. Se quiser jogar fogo, jogue, se quiser vender por peça ou jogar no lixo, isso é com você!

Eu fiquei muito feliz. No dia seguinte fui para o trabalho, com 15 anos eu já trabalhava, puxei todos os documentos e boooom, R$ 4.000,00 de documentos em atraso. Em uma conversa com o meu chefe, amigo do meu pai de longa data, que inclusive tem um Malibu 1969, uma SS10 entre outros carros, ele me disse algo que me lembro bem: Kaio, papéis primeiro!

Os anos foram se passando, e eu sempre empurrava o carro para frente de casa, lavava e ficava um bom tempo sentado dentro dele imaginando quando, finalmente, eu conseguiria andar com ele, e depois eu o empurrava de volta paro lugar onde ficava estacionado todo o resto do tempo.

Mesmo com diversas pessoas me falando que não valia a pena colocar para andar, que não era tão carro assim, que não valia muito, que era mais fácil vender por peças ou por qualquer dinheiro que eu teria menos dor de cabeça, eu não desanimei. Todo ano eu guardava o 13º salário e férias para pagar seus documentos.

Em Setembro de 2013, os negócios já estavam indo bem, novamente, para o meu pai e faltavam apenas alguns dias para o meu aniversário de 18 anos (25/10). Ele me chamou para conversar e me disse que já estava na hora de fazer o carro andar. Pegamos o contato de um senhor japonês que mexia nos carros do meu chefe, um cara extremamente exigente com os seus carros e de confiança. Ele mexe apenas em carros com câmbio automático e está situado no Brás, em São Paulo. O nome da oficina é Paulinho Hidramáticos (RECOMENDO DEMAIS).

Carro enviado e um orçamento de R$ 7.900,00, ai vieram os questionamentos….

Vale a pena?
R: Se eu não consertasse, o que eu faria com o carro? ia me deixar levar e dar pra todo mundo que me desincentivou a “vitória”?

NEM FODENDO!

Em um momento de muita negociação, decidimos que o pagamento seria dividido entre mim e meu pai. Porém, ele tinha o dinheiro e eu não. Foi aí que fui ao banco e fiz um empréstimo para pagar em 48x (não faria isso de novo).

Conserto iniciado, ansiedade me consumindo (PORRA ANOS SONHANDO E IMAGINANDO, EMPURRANDO AQUELA MERDA PRA FRENTE E PRA TRAS E FINALMENTE ELE IA ANDAR), ligava paro Sr. Paulinho todo dia (TODO dia MESMO), em uma das ligações tive a notícia de que um câmbio novo havia chegado no Brasil e que só faltava a montagem.

A 1ª semana de Outubro foi uma semana foda. Na segunda um aumento de salário, na terça levei a menina que eu sempre quis pra casa ( 😉 ), só faltava o que? o carro!

Na quinta liguei paro Sr. Paulinho de novo (Santo Paulinho), e ele me disse que logo logo estaria pronto.

Eu, putasso, liguei para a minha mãe e disse:

– Porra, mãe, esse velho esta me enrolando, não aguento mais!

Minha mãe, que estava na oficina, e dentro do carro com o meu pai e o Sr. Paulinho do lado, me disse:

– Calma, Kaio, logo logo você estará com o seu carro.

Eu sai do trabalho, fui direto para casa, algo me dizia que ele estaria lá, andando do outro lado da calçada bem devagar e então…. quando olhei a garagem…. lá estava ele bem no meio da garagem…. entrei em casa, minha mãe estava sentada na poltrona que ficava na garagem me esperando, não vou mentir…. chorei, chorei, chorei pra car@&*, chorei que nem criança, era tudo o que eu estava sonhando durante anos, o que falaram que não ia acontecer e ele estava lá! roncando forte! com tudo funcionando!

Diversos roles, acelero de um lado pro outro e a alegria no olhar de quem fez todo mundo engolir o que falou…. essa sensação é uma das melhores, tenho que confessar!

Após 4 meses com o carro, em um domingo de páscoa, por volta das 19:00 da noite, minha família estava em casa o dia todo e decidiu ir tomar um café em uma cafeteria perto de casa enquanto eu ia levar minha namorada na casa dela de Nissão. Chamei minha prima para ir junto, deixei minha namorada na casa dela e no caminho de volta era um kickdown em cada esquina, até que… acelerei e segurei pra ver até onde ia, mas no final da rua eu tinha que entrar à direita, pé embaixo, motor berrando e uma curva, o resultado não poderia ser outro, acabei passando reto e dando de frente com uma árvore.

Os Airbags estouraram, desci do carro correndo desesperado e preocupado com o carro, acabei esquecendo minha prima lá dentro gritando desesperada por causa do pó do airbag (o carro primeiro né hahahahaha).

A história já está longa, então vou resumir, tomei um esporro dos policiais da viatura ali atrás, mas eles aliviaram pra mim, pediram para que eu retirasse o carro da árvore e fosse pra casa.

Um deles até me disse:

– Quando eu tinha a sua idade eu fiz a mesma coisa, era inexperiente e enfim, o que eu to fazendo por você foi o que fizeram por mim, tira esse carro daí e vai para casa.

A família ficou super feliz (tom de ironia), todo mundo tomando café, até que uma ligação mobiliza todo mundo para vir retirar o carro do Kaio de uma árvore em um domingo chuvoso de páscoa.

No dia seguinte eu e meu pai fomos avaliar o estrago:

  • Para-choque
  • Grade
  • Capo
  • Alma do parachoque
  • Ventoinhas
  • Mini-frente
  • Radiador
  • Condensador do ar condicionado

Voltamos a estaca zero, desanimei e deixei o carro deste mesmo jeito na rua por 1 ano. Nesse 1 ano uma mulher bêbada e chapada de remédios conseguiu bater nele parado, sim meus amigos, ela bateu nele parado, fui bonzinho e não deixei constar o boletim de ocorrência que ela estava em tal estado à pedido das filhas, se não ela iria presa e etc. Após muita enrolação ela não pagou o estrago que fez e eu arquei com o prejuízo.

Alguns meses após o incidente acima, a mulher fez tantas denuncias para que a prefeitura retirasse meu carro e ela não tivesse que pagar o que fez, que a prefeitura colou o adesivo pedindo para que o carro fosse retirado. Peguei um sábado, coloquei uma bateria nele e adivinha? bateu na chave e pegou! Fui todo feliz até um posto abastecer com um sorriso enorme no rosto todo sujo de pancadas do airbag, ninguém entendeu nada, tanque com gasolina e pneus calibrados guardei o carro na garagem e ali me fiz novamente, incentivado a fazer o carro andar.

Levei o carro em um funileiro qualquer e pedi para que ele voltasse a frente do carro de qualquer jeito para que eu pudesse pelo menos usá-lo. De alguma forma, ele voltou a frente até que o carro ficasse “apresentável”, conseguiu recuperar meu capô e após essa visita ao funileiro o carro voltou pra casa. Mas ele não andava, pois ainda faltavam algumas peças, entretanto, era só comprar e montar. Foi aí que comecei a saga pelas peças. Algumas semanas de OLX e Mercado Livre, acabei fazendo alguns contatos com desmanches e fui comprando conforme dava e com a ajuda de alguns amigos e manuais que encontrei na internet instalando eu mesmo, acreditem ou não foi ai a minha maior escola, com força de vontade você consegue tudo! Não tinha a menor noção de nada e não tinha grana para mandar a um mecânico, então tive que ir atrás e fazer acontecer!

Fotos do dia em que eu, finalmente, terminei a montagem do carro (sábado) e de bônus do outro xodó da casa, uma Mercedes C280 (W202) Azul com interior em couro (legítimo) azul. Consertei o necessário para fazer o carro andar sem maiores problemas, troquei óleos, filtros, lavei e fiz o meu primeiro role com ele no postinho, lógico. (Para quem é de São Paulo o famoso ducha).

No domingo, um role de carros stance que foi quando, de fato, mostrei para todo mundo, inclusive para os amigos, que o carro estava de volta. Afinal, tinha feito tudo em OFF. (Foto abaixo)

Até esse evento eu morava em Interlagos, próximo ao autódromo (templo), mas como nem tudo são flores novamente… meus pais acabaram se separando e eu acabei vindo morar na zona lost (leste) com a minha mãe. Mudei de emprego, tive que pausar a faculdade… enfim, MUITA coisa aconteceu. Alguns meses trabalhando, um belo fim de semana em casa sem fazer nada, um amigo me deu a brilhante ideia de cortar o abafador final do carro em casa (não tinha grana pra fazer como se devia), e eu, um tanto relutante, e ele bem empolgado pra ver o nissão roncar, acabou me colocando dentro do carro dele. Fomos pegar a serra e fizemos o trabalho na garagem de casa. As trombetas do inferno tocaram a primeira vez e eu então me apaixonei… nas trocas de marcha o carro dava uns estralos BEM semelhantes ao DSG, era estralo e acelero pra todo lado (quem mora próximo ao shopping Anália franco certamente já me viu ou me ouviu).

Trabalhando e não tendo que pagar facul sobrava mais dinheiro e assim decidi fazer as coisas no carro. Criei vergonha na cara, fui atrás de um parachoque, e, para a minha sorte, encontrei um carro EXATAMENTE igual ao meu em um desmanche em Guarulhos. Entrei no Nissão e segui na missão. Fotos do carro de quando eu cheguei e de quando eu fui embora.

Acima como ele estava quando eu cheguei e abaixo quando eu fui embora.

Peças em mãos, uma noite no estacionamento do mercadocar da barra funda com os amigos e ja era!

E aquela sonhada né…

Tudo certo, tudo beleza, até que em um belo dia, indo para o parque do Ibirapuera andar de skate, o carro simplesmente deu um PUTA estouro e começou a fumaçar e pipocar, aí já veio o pensamento, “PUTA QUE PARIU FODEU”. Então estacionei, dei o meu role de skate e pensei, me preocupo com isso quando for embora. Na hora de ir embora, liguei e nada mudou. O carro pipocando e fumaçando, eu muito orgulhoso disse: “veio andando, vai voltar andando!”, na volta pra casa dei um kickdown e notei que em alta o carro ficava liso, então…. kickdown até em casa, só parando em radar e em farol.

Comentei, então, com os amigos e assim constatamos que um dos bicos havia travado aberto e que por isso a fumaceira e os pipocos que eram reflexo do excesso de combustível injetado na câmara de combustão.

Conheci através de um amigo um garoto chamado Vinicius vulgo “Teta”, que é filho de um mecânico e que também é mecânico (Torettos Racing pra quem quiser, os caras são bons), constatando minha necessidade e minha pobreza (vida de estagiário) ele me ofereceu ajuda com um preço camarada. Não recusei.

Vinicius – Kaio, quer fazer isso que horas?
Kaio – Ah, vini. Acho que se a gente começar as 22:00 (sexta-feira) a gente termina umas 00:00h e consegue ir pro role!

Mal sabíamos o que nos esperava. Descobrimos algumas dificuldades com relação a mecânica, tivemos que desmontar o coletor de admissão, um plate para que, então, tivéssemos acesso aos bicos.

Foto abaixo tirada às 3:00h da manhã

Após longas horas, bicos limpos, tudo montado e o carro ligou de primeira LISO!

Foto abaixo tirada às 6:30 da manhã.

No dia seguinte ele ja tava no role (Valeu pela foto Eric Sartori).

Após uma análise geral da minha vida, de momentos que eu passei entre outras coisas, decidi que estava na hora de partir pra algo novo e dar novidade pra minha vida, decidi, então, colocar o Nissão à venda. Esse momento para qualquer GearHead é realmente muito difícil, mas eu queria novidades e como não sou rico, sacrifícios tem de ser feitos.

Carro anunciado, diversas propostas indecentes até que um rapaz me pede pra ver o carro. Descrente, marquei uma data para ele vir ver o carro e ele veio. Na hora senti algo que me disse “É ele”. Mostrei o carro, falei para ele experimentar e antes de oferecer, ele já partiu para o banco do motorista sem me perguntar nada (confesso que me senti desrespeitado), deu uma volta, tentou canelar, mas eu fui duro. No momento em que ele foi embora me disse que no dia seguinte o dinheiro estaria na conta. Eu disse: beleza! Então, como já havia sentido que seria ele o novo dono comecei a retirar tudo o que era meu (quando tirei os adesivos já senti que não era mais meu). Dito e feito! No dia seguinte o dinheiro estava na conta e eu me dei conta que eu não era mais o dono do carro que me acompanhou em diversas fases da minha vida.

Cheguei em casa e o rapaz estava lá na porta esperando o carro. Coloquei o que eu tinha de peças sobressalentes dentro dele, entreguei as chaves e ele só foi.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

O Nissan Máxima tem o mesmo bloco dos 300ZX (aspro e biturbo), a mecânica é extremamente parruda, nunca tive problema nenhum com mecânica, meu carro nunca andou de guincho! As peças são compativeis com as da Nissan Pathfinder (bloco VG30E), não são caras, um jogo de pistões você encontra por volta de R$ 1.500,00. A grande dificuldade com este carro é encontrar quem esteja disposto a mexer com ele. Não possui uma mecânica complexa, mas quem olha o carro e não pesquisa, se assusta.

Teria outro?

Sim, sem pensar duas vezes!

Bom de maneira BEM resumida, essa é a minha história com o meu amado nissão!

E por hoje foi só pessoal! Essa foi a história do Kaio e seu Nissan Maxima. E se você quer participar do Carros da Galera é só mandar um e-mail para contato@amigosgearheads.com.br. Lembrando que o carro da semana sempre será a capa do nosso Facebook. Esperamos que todos tenham gostado e semana que vem tem mais! Para ler sobre outros carros que participaram aqui do carros da galera, clique aqui.

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